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17/04/2018 11:44

Nesta manhã estivemos em uma reunião com a Associação Comercial Centro Sul de Cuiabá

 realizada juntamente com o Secretário Municipal de Serviços Urbanos, José Roberto Stopa e o Vereador Dr. Washington (PV). A pauta foi à reforma da Praça Alm. Barroso, localizada na Av. XV de Novembro, Bairro-Porto. Ficou definido o encaminhamento para uma equipe técnica que irá formatar um projeto especifico para reforma da Praça. 
A revitalização e ocupação dos espaços públicos é uma de nossas metas.

PRESERVAR A MEMÓRIA, PARA CONSTRUIR A HISTÓRIA 
ALMIRANTE BARROSO
Barrão do Amazonas
Chefe de Divisão Francisco Manoel Barroso da Silva, depois Almirante e Barão do Amazonas. Por sua coragem e capacidade de improvisação, comandou a força naval brasileira que venceu a Batalha Naval do Riachuelo. 
Francisco Manoel Barroso da Silva nasceu em 29 de setembro de 1804 em Lisboa; veio para o Brasil, com seus pais e a Família Real portuguesa, chegando ao Rio de Janeiro em 1808.
Ingressou como Aspirante na Academia de Marinha em 1821.
Como Guarda-Marinha e, depois, como Tenente, lutou na Guerra da Cisplatina, a bordo de navios da Marinha Imperial brasileira. Participou de diversos combates.
Atuou na repressão à Cabanagem, na Província do Pará, e à Guerra dos Farrapos, no Sul, durante o Período Regencial.
Comandou diversos navios, inclusive a Corveta Baiana, em uma viagem de instrução no Oceano Pacífico.
Comandou a Estação Naval de Pernambuco; depois, já como Oficial-General – Chefe de Divisão (posto que correspondia ao de Comodoro em outras Marinhas), comandou a Estação Naval da Bahia e, mais tarde, a Divisão Naval do Rio da Prata.
Participou da Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai, operando no Rio Paraná e, depois, no Rio Paraguai, até a Batalha de Curupaiti. Comandou a força naval brasileira que venceu, em 11 de junho de 1865, a Batalha Naval do Riachuelo, no Rio Paraná. A vitória foi alcançada graças à coragem e à iniciativa de Barroso, que, após conseguir sair da armadilha montada pelos paraguaios, nas proximidades da foz do Riachuelo, com canhões e tropas na margem do rio, e navios e chatas artilhadas, retornou ao local e empregou a Fragata Amazonas, sua capitânia, para abalroar e destruir navios inimigos. A Esquadra paraguaia foi praticamente aniquilada, não tendo mais papel relevante nessa guerra; manteve-se o bloqueio que impediu o Paraguai de receber armamento e, até, os navios encouraçados que encomendara no exterior; e as tropas paraguaias retrocederam para dentro do território do Paraguai, por verem seu flanco e sua logística, em território invadido, ameaçados.


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